Ed Gein foi um famoso serial killer americano, nascido em 1907 na cidade de Plainfield, em Wiscosin. Seus crimes o tornaram famoso e fizeram dele inspiração para um sem número de personagens de filmes de terror e suspense, como Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes), Buffalo Bill (O Silêncio dos Inocentes), Leatherface - o mais famosos deles - (O Massacre da Serra Elétrica) e Normam Bates (Psicose), dentre outros.
Mas o que ele faz aqui? Simples. Sua mãe abusiva e fanática teve uma participação "especial" no início da matança. Quando criança, Ed era espancado pela mãe, que afirmava que sexo era pecado.
Seu pai era alcoólatra, estava constantemente desempregado e era desprezado por Augusta (a mãe de Ed). Ela, entretanto, continuava casada por conta de suas convicções religiosas.
Apesar de Ed e o irmão Henry frequentarem a escola, Augusta proibia qualquer contato dos garotos com estranhos ao mesmo tempo que dizia aos filhos que a bebida era coisa do dêmonio, todas as mulheres eram prostitutas e sexo devia ser feito apenas com uma finalidade: a procriação.
Na escola, Ed sofria bullying por ser levemente afeminado e, para piorar, toda vez que tentava fazer amigos, era proibido pela mãe. Mesmo assim, Ed fazia tudo para agradá-la, tarefa praticamente impossível pois ela estava sempre infeliz com os filhos, insultando-os e dizendo que eles seriam um fracasso como seus pais.
Ed e Henry trabalhavam com a mãe no armazem da família e eram considerados honestos pela população local. Com a morte do pai, os irmãos começaram a fazer diversos serviços para ajudar nas despesas e, por essa época, seu irmão começou a preocupar-se com a relação entre Ed e a mãe, criticando-a diretamente perante um Ed que ouvia a tudo mortificado.
Em 1944, um incêndio destruiu a quinta dos Gein e, na tentativa de apagá-lo, os dois irmãos se separaram e Henry desapareceu. Ed informou a polícia e buscas foram organizadas. Ed, então, levou a polícia diretamente ao local onde estava o corpo de Henry. Mas, a polícia nunca acreditou que a morte tenha sido causada pelo incêndio, uma vez que o local onde encontrava-se o corpo de Henry não estava queimado e, mais tarde, a causa da morte foi descoberta: asfixia.
Augusta morreu em 1945, deixando completamente sozinho. Tinha início aí, uma das histórias de serial killers mais bizarras e famosas dos EUA. Ed era assombrado pelo fantasma da mãe e manteve seu quarto trancado e intocado.
Ele desenvolveu um interesse doentio pela anatomia feminina, frequentava o cemitério, desenterrava corpos femininos e mutiláva-os, levando partes dos corpos para sua casa. Ele guardava cabeças, dissecava órgãos, retirava cuidadosamente a pele que era colocada sobre um manequim feminino (muitas vezes ele mesmo "vestia a roupa" de pele). Mais tarde, ele começou a matar mulheres da idade de sua mãe (segundo consta a "pedido" dela).
A primeira vítima foi Mary Hogan, dona do bar que ele frequentava. A segunda Bernice Worden, dona da loja de ferragens local. Seu corpo foi encontrado na casa de Ed, decaptado, com um corte da vagina até a garganta, pendurado de cabeça para baixo num gancho de açougueiro e amarrado. Seus órgãos foram encontrados numa caixa, seu coração estava em um prato na sala de jantar. Quando a polícia fez uma busca no local encontrou: crânios humanos, pele transformada em abajur e assentos para cadeiras, peitos usados como seguradores de copos, crânios usados como tigelas de sopa, a pele do rosto de Mary Hogan, puxador de janela feito de lábios humanos, cinto feito com mamilos, meias feitas de pele humana, uma caixa com vulvas que ele confessou usar, cabeças prontas para exibição.
Ed Gein confessou ter desenterrado diversas mulheres de meia idade que se pareciam com sua mãe e, também, que após a morte da mesma decidiu mudar de sexo, por isso tinha feito uma "roupa" de mulher, para vestir e fingir que era mulher.
Ed foi preso e julgado pelo assassinato de duas mulheres (por isso, muitos não o classificam como um serial killer), mas a polícia desconfia que ele foi o responsável pelo desaparecimento outras cinco pessoas. Apesar de não ser considerado culpado devido à insanidade mental, Ed passou o resto dos seus dias num hospital psiquiátrico. Ele morreu em 1984 e sua lápide foi vandalizada e roubada ao longo dos anos. Enquanto ele esteve preso, sua casa foi incendiada e o carro que ele usava para transportar suas vítimas foi vendido em 1958.
Uma dose diária de veneno destilado especialmente para saciar o desejo daqueles que anseiam por uma boa maldade. Quer saber de verdade do que somos capazes? Acesse www.malvadas.com.br
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Cavaleiros do Apocalipse - Grinch
O Grinch é um dos personagens mais famosos criados por Dr. Seuss. Sua primeira aparição foi como protagonista do livro "Como o Grinch Roubou o Natal", em 1957, e fez tanto sucesso que o nome "Grinch" acabou virando um sinônimo de pessoa que não gosta do Natal, ou de alguém grosseiro e ganancioso.Apesar de odiar o período Natalino, o personagem acabou virando um dos símbolos dos "feriados de inverno", ornamentos de Natal e até fantasia de Halloween. Além disso, foi adaptado para teatro, cinema, animações e já apareceu em uma série de programas de TV (até em Glee, onde foi interpretado por Sue Sylvester).
O Grinch vive em uma caverna isolada, perto de Whoville (a Quemlândia, ou Vila dos Quem), como são chamadas as pessoas da estória) e seu único companhiero é seu cão, Max, que o acompanha em seus feitos.

Ele despreza as férias de Natal sob a justificativa de que seu coração é "dois números menor" que os normais e inventa um plano para roubar toda a decoração e, também, os presentes de Natal dos "Quem" e, para isso, se veste com a roupa do Papai Noel.
No cinema, o Grinch foi interpretado por Jim Carrey e, embora no filme e em várias mídias ele apareça como verde com olhos amarelos, no livro original, como todo o resto, ele é impresso em preto e branco, com tons de vermelho. Além disso, no filme, ele conta com poderes sobre-humanos que o tornam capaz de levantar um trenó carregado.
No final, o contato com Cindy Lou, uma garotinha que mora na vila e observa as pessoas que só pensam em compras e se esquecem do verdadeiro sentido do Natal, acaba ensinando ao Grinch o verdadeiro significado da data e ele acaba mudando sua opinião. Apesar disso, não se pode negar que sua idéia tenha sido original e só por ter seu nome transformado em sinônimo de "anti-natal", o Grinch já merece seu espaço em nosso especial de Natal.
Cavaleiros do Apocalipse - Os Sete Maridos de Elizabeth Taylor
Sobre Elizabeth Taylor é possível afirmar duas coisas: ela colecionou sucessos e casamentos. Foram oito, ao todo, com sete homens diferentes. Isso porque ela se casou duas vezes com Richard Burton, a quem se referia como o grande amor de sua vida.
O Primeiro
Conrad Hilton Jr., um dos herdeiros da rede de hotéis Hilton, foi o primeiro a levar Elizabeth para o altar, em 1950.
Conrad, era um “bon vivan”, emendava noitadas e bebedeiras que acabaram cansando a diva e ela colocou um ponto final na união menos de um ano após o casamento.
O Segundo
O segundo marido de Elizabeth foi o ator inglês Michael Wilding, em fevereiro de 1952.
Com ele, a estrela teve dois filhos: Michael, nascido em 1953 e Christopher Wilding, nasceu em 1955.
O casamento acabou em 1956.
O Terceiro
Dessa vez o eleito foi Mike Todd, com quem ela se casou em fevereiro de 1957, um ano após o segundo divórcio.
O relacionamento era cheio de conflitos e gerou Elizabeth Frances (Liza) Todd.
Dessa vez, não houve divórcios.
Todd morreu em março de 1958, apenas um ano após o casamento.
O Quarto
Esse talvez tenha sido o mais polêmico dos casamentos de Elizabeth Taylor. Isso porque o marido era ninguém menos que Eddie Fisher, amigo de Mike Todd e ex-marido de Debbie Reynolds (ver outra face), amiga de Elizabeth.
Dizem que Fisher foi consolar Taylor quando esta ficou viúva e acabou caindo nos braços, e na cama, da diva. A união durou cinco anos e foi motivo de muito falatório entre os famosos.
O Quinto
Chegou a vez de Richard Burton, o grande amor de sua vida. Richard e Elizabeth se conheceram durante as filmagens de Cleópatra, quando ela ainda era casada com Eddie Fisher que, digamos, acabou provando do próprio veneno.
Ela, por sua vez, mais uma vez fez o papel da “destruidora” de lares, uma vez que Burton era casado com a mesma mulher havia anos. Entre altos e baixos, cartas de amor, paixão, admiração, bebedeiras, abuso de drogas, discussões e ciúmes, essa união durou 10 anos, terminando em 1973.
Em 1975, entretanto, os dois reataram e se casaram novamente. A união durou apenas um ano, mas foi tempo suficiente para adotarem a quarta filha de Elizabeth, Maria Burton. Apesar da separação, os dois continuaram amigos, falavam-se ao telefone e trocaram cartas de amor, até 1984, quando ele morreu.
O Sexto
Em dezembro de 1976, a estrela casou-se pela sétima vez (com o sexto marido diferente), John Warner, um político americano com quem ficou até 1982.

O Sétimo
Depois de quase 10 anos solteira, Elizabeth casou-se novamente em 1991. Dessa vez, com o caminhoneiro Larry Fortensky um alcoólatra em recuperação que, após a separação acabou preso por assaltar uma namorada. Os dois ficaram casados até 1996 quando ela jurou nunca mais se casar.
O Primeiro
Conrad Hilton Jr., um dos herdeiros da rede de hotéis Hilton, foi o primeiro a levar Elizabeth para o altar, em 1950.
Conrad, era um “bon vivan”, emendava noitadas e bebedeiras que acabaram cansando a diva e ela colocou um ponto final na união menos de um ano após o casamento.
O Segundo
O segundo marido de Elizabeth foi o ator inglês Michael Wilding, em fevereiro de 1952.
Com ele, a estrela teve dois filhos: Michael, nascido em 1953 e Christopher Wilding, nasceu em 1955.
O casamento acabou em 1956.
O Terceiro
Dessa vez o eleito foi Mike Todd, com quem ela se casou em fevereiro de 1957, um ano após o segundo divórcio.O relacionamento era cheio de conflitos e gerou Elizabeth Frances (Liza) Todd.
Dessa vez, não houve divórcios.
Todd morreu em março de 1958, apenas um ano após o casamento.
O Quarto
Esse talvez tenha sido o mais polêmico dos casamentos de Elizabeth Taylor. Isso porque o marido era ninguém menos que Eddie Fisher, amigo de Mike Todd e ex-marido de Debbie Reynolds (ver outra face), amiga de Elizabeth.
Dizem que Fisher foi consolar Taylor quando esta ficou viúva e acabou caindo nos braços, e na cama, da diva. A união durou cinco anos e foi motivo de muito falatório entre os famosos.
O Quinto
Chegou a vez de Richard Burton, o grande amor de sua vida. Richard e Elizabeth se conheceram durante as filmagens de Cleópatra, quando ela ainda era casada com Eddie Fisher que, digamos, acabou provando do próprio veneno. Ela, por sua vez, mais uma vez fez o papel da “destruidora” de lares, uma vez que Burton era casado com a mesma mulher havia anos. Entre altos e baixos, cartas de amor, paixão, admiração, bebedeiras, abuso de drogas, discussões e ciúmes, essa união durou 10 anos, terminando em 1973.
Em 1975, entretanto, os dois reataram e se casaram novamente. A união durou apenas um ano, mas foi tempo suficiente para adotarem a quarta filha de Elizabeth, Maria Burton. Apesar da separação, os dois continuaram amigos, falavam-se ao telefone e trocaram cartas de amor, até 1984, quando ele morreu.
O Sexto
Em dezembro de 1976, a estrela casou-se pela sétima vez (com o sexto marido diferente), John Warner, um político americano com quem ficou até 1982.

O Sétimo
Depois de quase 10 anos solteira, Elizabeth casou-se novamente em 1991. Dessa vez, com o caminhoneiro Larry Fortensky um alcoólatra em recuperação que, após a separação acabou preso por assaltar uma namorada. Os dois ficaram casados até 1996 quando ela jurou nunca mais se casar.
Cavaleiros do Apocalipse - Gary Oldman
Gary Oldman é daqueles atores que faz qualquer um torcer pelos vilões. Ou porque são tão melhores interpretados que os "mocinhos", que parecem apagados diante de seu talento, ou porque não existe alguém melhor que ele para interpretar um vilão atormentado.
Se já não fosse difícil passar incólume pelo charme diabolicamente sedutor de Drácula, isso tornou-se impossível após a versão de Oldman do personagem. Mas esse não é seu único vilão inesquecível.
Tanto que numa entrevista ao apresentador americano David Letterman, Denzel Washington, que havia contracenado com Gary em "O Livro de Eli", comentou que "Graças a Deus Gary voltou a interpretar vilões", ao falar sobre o filme.
Mas ele não é o único. Uma matéria, da revista Contigo de 22 de março de 2010, comenta que não há motivo para vergonha se você tem medo de Oldman e revela, ainda, que seus colegas de elenco em O Livro de Eli compuseram uma musiquinha, em sua homenagem, chamada "Scary Gary" (Gary Assustador).
Mas, Gary Oldman também é bom em outros assuntos como casamentos (ele já foi casado "algumas vezes" com atrizes famosas ou não), confusões (já foi preso por dirigir bêbado com o amigo Kiefer Sutherland, processado por ex que o acusava de violência doméstica, e outras tantas) e... interpretar personagens boa gente (tudo bem, a gente admite isso também, só porque ele é muito bom sendo mau!!!).
Filho de um soldador (que abandonou a família) e uma empregada doméstica, Gary estudou artes dramáticas na Britain's Rose Brufford Rose Drama College, ganhou prêmios e atuou intensamente nos palcos londrinos. Sua estréia no cinema foi como problemático baixista dos Sex Pistols, Sid Vicious, no filme "Sid e Nancy, o Amor Mata". A partir daí ele não parou mais. Sua carreira foi coroada de grandes sucessos e enormes fracassos (ele mesmo admite que tem pena das árvores cortadas para a confecção do papel onde foi escrito o roteiro de um de seus filmes e, também, que às vezes aceita alguns papéis porque precisa de dinheiro para pagar por mais um divórcio milionário). Sua filmografia é extensa e a lista de personagens inesquecíveis também. Já interpretou homossexuais, vampiros, traficantes, matadores, tiranos, bruxos e... o Diabo em pessoa!
Mas, como o assunto aqui são vilões seguem alguns que merecem ser lembrados:
Drácula (Drácula de Bram Stoker) - um dos vilões favoritos de Gary.
Ivan Korshunov (Força Aérea Um)
Norman Stansfield (O Profissional)
Jean-Baptiste Zorg (O Quinto Elemento)
Carnegie (O Livro de Eli)
Poncio Pilatos (Jesus - A Maior História de Todos os Tempos)
Milton Glenn (Assassinato em Primeiro Grau)
Drexl Spivey (Amor a Queima Roupa)
Pat Keiley (Fallen Angels)
Lee Harvey Oswald (JFK - A Pergunta que Não Quer Calar)
Jack Grimaldi (Sangue de Romeu)
The Devil (no clipe de Since I Don't Have You, com o Guns N' Roses)
Se já não fosse difícil passar incólume pelo charme diabolicamente sedutor de Drácula, isso tornou-se impossível após a versão de Oldman do personagem. Mas esse não é seu único vilão inesquecível.
Tanto que numa entrevista ao apresentador americano David Letterman, Denzel Washington, que havia contracenado com Gary em "O Livro de Eli", comentou que "Graças a Deus Gary voltou a interpretar vilões", ao falar sobre o filme.
Mas ele não é o único. Uma matéria, da revista Contigo de 22 de março de 2010, comenta que não há motivo para vergonha se você tem medo de Oldman e revela, ainda, que seus colegas de elenco em O Livro de Eli compuseram uma musiquinha, em sua homenagem, chamada "Scary Gary" (Gary Assustador).Mas, Gary Oldman também é bom em outros assuntos como casamentos (ele já foi casado "algumas vezes" com atrizes famosas ou não), confusões (já foi preso por dirigir bêbado com o amigo Kiefer Sutherland, processado por ex que o acusava de violência doméstica, e outras tantas) e... interpretar personagens boa gente (tudo bem, a gente admite isso também, só porque ele é muito bom sendo mau!!!).
Filho de um soldador (que abandonou a família) e uma empregada doméstica, Gary estudou artes dramáticas na Britain's Rose Brufford Rose Drama College, ganhou prêmios e atuou intensamente nos palcos londrinos. Sua estréia no cinema foi como problemático baixista dos Sex Pistols, Sid Vicious, no filme "Sid e Nancy, o Amor Mata". A partir daí ele não parou mais. Sua carreira foi coroada de grandes sucessos e enormes fracassos (ele mesmo admite que tem pena das árvores cortadas para a confecção do papel onde foi escrito o roteiro de um de seus filmes e, também, que às vezes aceita alguns papéis porque precisa de dinheiro para pagar por mais um divórcio milionário). Sua filmografia é extensa e a lista de personagens inesquecíveis também. Já interpretou homossexuais, vampiros, traficantes, matadores, tiranos, bruxos e... o Diabo em pessoa!
Mas, como o assunto aqui são vilões seguem alguns que merecem ser lembrados:
Drácula (Drácula de Bram Stoker) - um dos vilões favoritos de Gary.
Ivan Korshunov (Força Aérea Um)
Norman Stansfield (O Profissional)
Jean-Baptiste Zorg (O Quinto Elemento)
Carnegie (O Livro de Eli)
Poncio Pilatos (Jesus - A Maior História de Todos os Tempos)
Milton Glenn (Assassinato em Primeiro Grau)
Drexl Spivey (Amor a Queima Roupa)
Pat Keiley (Fallen Angels)
Lee Harvey Oswald (JFK - A Pergunta que Não Quer Calar)
Jack Grimaldi (Sangue de Romeu)
The Devil (no clipe de Since I Don't Have You, com o Guns N' Roses)
Cavaleiros do Apocalipse - Clive Barker
Clive Barker nasceu em 5 de outubro de 1952 em Liverpool, Inglaterra. Escritor, produtor de cinema, pintor e dramaturgo, Barker escreve o que costuma descrever como literatura fantástica e horror. Suas obras se caracterizam pelo erotismo, farta quantidade de sangue, cadáveres, sadomasoquismo e escatologia.
O filme Hellraiser, direção e roteiro de Barker, fez com que o artista se tornasse famoso nos anos 80, reconhecido como um dos nome mais proeminentes da literatura de terror contemporânea.
Hellraiser, inspirado no conto"The Hellbound Heart", apresenta Pinhead, descrito como um personagem sexualmente ambíguo, cuja cabeça é totalmente tatuada com o desenho de uma grade. Sobre cada intersecção dos eixos horizontais e verticais está fixado um pin. A inspiração para o personagem teria partido da moda punk, do catolicismo e de visitas a clube de sadomasoquismo em Nova York e Amsterdam.
Outro personagem marcante criado por Clive Barker é Candyman, no conto "O proibido" publicado em "Livros de Sangue". Candyman é uma aparição sobrenatural que mata as pessoas que disserem seu nome cinco vezes diante do espelho. Ou, numa versão mais precisa, "Candyman é um personagem romântico, um amante sombrio que exige rendição total. Se você ama Candyman, então você morre." Sua história foi adaptada para o cinema em 1992.

As Malvadas confessam: personagens de Clive Barker nos assustam. Por isso, lugar garantido na nossa galeria!
Os caras do Apocalipse cavalgam juntos
Clive Barker é amigo de Neil Gaiman e escreveu a introdução de um dos volumes de Sandman.
Entre os autores que o influenciaram, Barker cita Edgar Allan Poe.
O que Stephen King disse sobre ele
"Eu vi o futuro do Horror... E seu nome é Clive Barker."
O filme Hellraiser, direção e roteiro de Barker, fez com que o artista se tornasse famoso nos anos 80, reconhecido como um dos nome mais proeminentes da literatura de terror contemporânea.
Hellraiser, inspirado no conto"The Hellbound Heart", apresenta Pinhead, descrito como um personagem sexualmente ambíguo, cuja cabeça é totalmente tatuada com o desenho de uma grade. Sobre cada intersecção dos eixos horizontais e verticais está fixado um pin. A inspiração para o personagem teria partido da moda punk, do catolicismo e de visitas a clube de sadomasoquismo em Nova York e Amsterdam.
Outro personagem marcante criado por Clive Barker é Candyman, no conto "O proibido" publicado em "Livros de Sangue". Candyman é uma aparição sobrenatural que mata as pessoas que disserem seu nome cinco vezes diante do espelho. Ou, numa versão mais precisa, "Candyman é um personagem romântico, um amante sombrio que exige rendição total. Se você ama Candyman, então você morre." Sua história foi adaptada para o cinema em 1992.

As Malvadas confessam: personagens de Clive Barker nos assustam. Por isso, lugar garantido na nossa galeria!
Os caras do Apocalipse cavalgam juntos
Clive Barker é amigo de Neil Gaiman e escreveu a introdução de um dos volumes de Sandman.
Entre os autores que o influenciaram, Barker cita Edgar Allan Poe.
O que Stephen King disse sobre ele
"Eu vi o futuro do Horror... E seu nome é Clive Barker."
Cavaleiros do Apocalipse - Gregory House
Misantropo, cínico, sarcástico, ranzinza, irônico, antipático, solitário, brilhante. Esses são apenas alguns dos adjetivos utilizados para descrever Gregory House (Hugh Laurie), o médico que despreza pacientes, inferniza a equipe, não tem o menor respeito por regras, ainda tem tempo para se intrometer na vida do melhor amigo e, se tudo isso ainda não bastasse, é viciado em Vicodin . Fosse ele um médico comum já teria sido chutado para fora do hospital há tempos. Mas, sua inteligência acima da média e capacidade para desvendar os mais esdrúxulos enigmas da medicina tem garantido seu emprego há seis temporadas.
A diretora do hospital Liza Cuddy (com quem ele vive fazendo um jogo de gato e rato onde a tensão sexual dá o tom), inclusive já chegou a trocar uma quantidade ultrajante de dinheiro, que poderia ser investido em pesquisa, pelo emprego o Dr. House (a condição do investidor para liberar o dinheiro era a demissão do médico estrela).
Mas, se ele é tão irritante, por House vem conquistando prêmios e sendo repetidamente eleita a série mais assistida da TV? A resposta talvez esteja nessa explicação "As pessoas não estão umas do lado do Darth Vader e outras do lado do Luke SkyWalker. Temos os dois dentro de nós. Temos de reconhecer o Darth Vader que está em nós. Only then, can we use the force! É esta a mensagem que Greg House tenta transmitir a toda a gente, a toda a hora. Ninguém a quer ouvir." (trecho extraído do blog Daprosa).*
Por tudo isso e mais um pouco, Gregory House é nosso companheiro perfeito nesse mês dos Médicos.
Confira algumas de suas tiradas clássicas!
"Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes,o futuro depende delas"
"Ainda é ilegal fazer uma autópsia em uma pessoa viva?"
"Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico"
"Eu já atingi a cota mensal de exames inúteis para idiotas teimosos"
"Um viciado em sexo com a língua inchada. Imagine todos os lugares que posso fazer Dr. Foreman procurar!"
Uma freira fala para House: "A Irmã fulana acredita em coisas que não são reais"
House responde: "Pensei que esse fosse uma exigência para sua atividade"
"Preciso ir, o prédio está cheio de pessoas doentes. Se correr, talvez consiga evitá-las"
"Eu não preciso assistir a THE O.C., mas me deixa feliz"
"Eu sou o McCane!" (McBengala, referência aos apelidos com Mc dos médicos de Grey's Anatomy, McDreamy, McSteamy, McVet, etc)
"Leia menos & veja mais TV"
"Como disse o filósofo Jagger uma vez: 'Você não pode ter sempre aquilo que quer'"
"Todo mundo mente."
*Achei a frase interessante porque foi a segunda vez que vi algo do gênero. A outra foi: "o mundo não está dividido entre os bons e os Comensais da Morte", dita por Sirius Black para Harry Potter (se não me engano em "Harry Potter e a Ordem da Fênix" (J. K. Howling)
A diretora do hospital Liza Cuddy (com quem ele vive fazendo um jogo de gato e rato onde a tensão sexual dá o tom), inclusive já chegou a trocar uma quantidade ultrajante de dinheiro, que poderia ser investido em pesquisa, pelo emprego o Dr. House (a condição do investidor para liberar o dinheiro era a demissão do médico estrela).
Mas, se ele é tão irritante, por House vem conquistando prêmios e sendo repetidamente eleita a série mais assistida da TV? A resposta talvez esteja nessa explicação "As pessoas não estão umas do lado do Darth Vader e outras do lado do Luke SkyWalker. Temos os dois dentro de nós. Temos de reconhecer o Darth Vader que está em nós. Only then, can we use the force! É esta a mensagem que Greg House tenta transmitir a toda a gente, a toda a hora. Ninguém a quer ouvir." (trecho extraído do blog Daprosa).*
Por tudo isso e mais um pouco, Gregory House é nosso companheiro perfeito nesse mês dos Médicos.
Confira algumas de suas tiradas clássicas!
"Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes,o futuro depende delas"
"Ainda é ilegal fazer uma autópsia em uma pessoa viva?"
"Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico"
"Eu já atingi a cota mensal de exames inúteis para idiotas teimosos"
"Um viciado em sexo com a língua inchada. Imagine todos os lugares que posso fazer Dr. Foreman procurar!"
Uma freira fala para House: "A Irmã fulana acredita em coisas que não são reais"
House responde: "Pensei que esse fosse uma exigência para sua atividade"
"Preciso ir, o prédio está cheio de pessoas doentes. Se correr, talvez consiga evitá-las"
"Eu não preciso assistir a THE O.C., mas me deixa feliz"
"Eu sou o McCane!" (McBengala, referência aos apelidos com Mc dos médicos de Grey's Anatomy, McDreamy, McSteamy, McVet, etc)
"Leia menos & veja mais TV"
"Como disse o filósofo Jagger uma vez: 'Você não pode ter sempre aquilo que quer'"
"Todo mundo mente."
*Achei a frase interessante porque foi a segunda vez que vi algo do gênero. A outra foi: "o mundo não está dividido entre os bons e os Comensais da Morte", dita por Sirius Black para Harry Potter (se não me engano em "Harry Potter e a Ordem da Fênix" (J. K. Howling)
Cavaleiros do Apocalipse - Ian Brady
Ao lado da namorada Myra Hindley, Ian Brady assombrou a Inglaterra na década de 60. Juntos eles raptaram, torturaram e assassinaram 11 crianças e adolescentes, na cidade de Hattersley. A frieza do casal, que ainda se dava "ao luxo" de fotografar e grávar o áudio de suas vítimas, chocou até os mais antigos investigadores de homícidio locais.
Ian e Myra se conheceram numa indústria química, onde ele era seu supervisor. O interesse dos dois foi mútuo e o sadismo os uniu. Juntos eles frequentavam clubes de tiro e não demorou para a onda de crimes tivesse início. Durante o período em que "aturaram" em parceria, Ian e Myra nunca, sequer, despertaram a desconfiança dos vizinhos.
Entretanto, até o mais frio e inteligente dos assassinos comete erro e o de Ian e Myra foi convidar David Smith, cunhado de Hindley, para participar dos crimes. Ele os ajudou no assassinato de um jovem de 14 anos, preparando o corpo para ser enterrado e limpando os rastros do crime. Entretanto, a dupla não contava que, na manhã seguinte, Smith fosse até a delegacia em companhia de sua esposa e os denunciasse à polícia.
Ian e Myra nunca demonstraram qualquer arrependimento pelo que fizeram e foram condenados a prisão perpétua. Ela, entretanto, afirmava que só havia participado dos crimes porque era torturada por Ian que ameaçava matar sua família. Ela morreu na cadeia, aos 60 anos, depois de tentar sem sucesso a condicional. Ian, foi diagnosticado como doente mental em 1985 e foi tranferido para o Broadmoor Hospital e, depois, para o Ashworth Hospital, em Liverpool. Até hoje ele costuma aparecer nas manchetes dos jornais.
Vale lembrar que, com a morte de John Straffen, que passou 55 anos na cadeia por matar três crianças, Ian Brady passou a ser o prisioneiro mais antigo do sistema prisional da Inglaterra e do país de Gales.
Fonte: Wikipédia
Ian e Myra se conheceram numa indústria química, onde ele era seu supervisor. O interesse dos dois foi mútuo e o sadismo os uniu. Juntos eles frequentavam clubes de tiro e não demorou para a onda de crimes tivesse início. Durante o período em que "aturaram" em parceria, Ian e Myra nunca, sequer, despertaram a desconfiança dos vizinhos.
Entretanto, até o mais frio e inteligente dos assassinos comete erro e o de Ian e Myra foi convidar David Smith, cunhado de Hindley, para participar dos crimes. Ele os ajudou no assassinato de um jovem de 14 anos, preparando o corpo para ser enterrado e limpando os rastros do crime. Entretanto, a dupla não contava que, na manhã seguinte, Smith fosse até a delegacia em companhia de sua esposa e os denunciasse à polícia.
Ian e Myra nunca demonstraram qualquer arrependimento pelo que fizeram e foram condenados a prisão perpétua. Ela, entretanto, afirmava que só havia participado dos crimes porque era torturada por Ian que ameaçava matar sua família. Ela morreu na cadeia, aos 60 anos, depois de tentar sem sucesso a condicional. Ian, foi diagnosticado como doente mental em 1985 e foi tranferido para o Broadmoor Hospital e, depois, para o Ashworth Hospital, em Liverpool. Até hoje ele costuma aparecer nas manchetes dos jornais.
Vale lembrar que, com a morte de John Straffen, que passou 55 anos na cadeia por matar três crianças, Ian Brady passou a ser o prisioneiro mais antigo do sistema prisional da Inglaterra e do país de Gales.
Fonte: Wikipédia
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